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Prof Ricardo

01. Administração de Materiais e Ciclo de Suprimentos

Ao longo da história, a Administração sempre foi reflexo dos movimentos econômicos e sociais. Nenhuma empresa pode operar sem a existência e coordenação de três grandes grupos de recursos: financeiros, humanos e materiais/patrimoniais.

A Administração de Materiais tem como objetivo assegurar o abastecimento contínuo de matérias-primas e insumos na quantidade certa, no momento adequado, com o nível de qualidade exigido e ao menor custo global possível.

flowchart TD
    ARMP["Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais"]
    ARMP --> Mat["Recursos Materiais (Insumos de Consumo e Matérias-Primas)"]
    ARMP --> Pat["Recursos Patrimoniais (Edifícios, Terrenos, Máquinas, Frotas)"]
    
    Mat --> Ciclo["Ciclo de Suprimentos:<br/>Identificação ➔ Compras ➔ Recebimento ➔ Armazenagem ➔ Distribuição"]
    
    classDef mat fill:#1e293b,stroke:#10b981,stroke-width:2px,color:#f8fafc;
    class ARMP,Mat,Pat,Ciclo mat;

2. Diferença entre Recursos Materiais e Patrimoniais

Seção intitulada “2. Diferença entre Recursos Materiais e Patrimoniais”
  • Recursos Materiais: Bens tangíveis que sofrem transformação física direta ou são consumidos nas operações diárias da organização (matérias-primas, materiais de escritório, componentes semiacabados e embalagens). Possuem ciclo de rotação rápido e integram o Ativo Circulante.
  • Recursos Patrimoniais: Bens duráveis e permanentes necessários para dar suporte à atividade operacional da empresa (instalações prediais, galpões, pontes rolantes, computadores da linha de produção e veículos utilitários). Integram o Ativo Não Circulante (Imobilizado) e sofrem depreciação ao longo do tempo.

Ao longo da história a Administração sempre foi e será reflexo dos movimentos econômicos e sociais. Assim foi com as primeiras escolas administrativas, cujas teorias nada mais eram que o compêndio do conhecimento humano aplicado às organizações, numa tentativa de ordenar o funcionamento de modo a acelerar os resultados e torná-los ótimos. Desta maneira a produtividade era meta a alcançar para que o sucesso fosse certo e o lucro concreto, palpável e apreciável.

Acontece que o fator humano, considerado apenas como um “recurso disponível” para a execução das tarefas, também sofre influências, desgastes, desequilíbrios dentro de um processo intenso de produção. Focar o homem passou de teoria a fato; necessário foi criar alternativas para propiciar condições de trabalho favoráveis; perceber no fator humano uma peça de suma importância nas organizações para alcance de metas e objetivos tornou-se preocupação dos administradores, inserindo maior necessidade de busca do conhecimento dos fatores de motivação, suas aplicações e consequências, dentro das organizações. Entender a figura humana, seu agrupamento e sua liderança, embasava o administrador de ferramental suficiente para direcionar os talentos dos seus “colaboradores” nas tarefas do cotidiano.

A própria visão da organização como um sistema dinâmico dinamizou as atividades e processos, dando-lhes novas perspectivas e, por consequências, novos resultados. A contingência, ou seja, a situação não prevista, começou a acontecer com menor espaço de tempo, exigindo capacitação e precisão para solucioná-la. Tempo passou a representar capital e os investimentos não poderiam mais acontecer à revelia de um planejamento e de uma estratégia bem definidos.

A administração entra na era moderna como um centro de confluência do conhecimento humano. As mais diversas áreas aplicam dentro das organizações a confirmação e o desenvolvimento de seus conceitos. Harmonizar e otimizar todos os processos, conduzindo-os de forma ordenada para os objetivos delineados fez da Administração uma “refinada ferramenta”

que exige não somente uma formação acadêmica, mas a especialização dentro dos mais diversos setores da economia, desde a tomada de decisão até o nível operacional. Novos conceitos surgiram, aumentando a complexidade para as decisões e forjando o perfil, cada vez mais especializado, dos profissionais.

A Necessidade, Mola Mestra

Todo o processo produtivo da humanidade é fruto da escassez. À medida que o homem se via desprovido de solução para os problemas, a ansiedade para buscar alternativas crescia, impulsionando-o na aventura de desvendar o conhecimento e aplicá-lo na elaboração de artefatos adequados para as necessidades.

Logo, concluiremos que o conhecimento, e tudo que dele derivou, formou-se em função do próprio exercício de sobrevivência da raça humana. Até a formação dos primeiros registros de conhecimento, muito esforço foi gasto em tentativas e erros, muitas vezes implicando na perda da solução devido à morte dos indivíduos que retinham o pouco que sabiam sobre a situação e a necessidade. Registrar, não somente para comunicar, como também para perpetuar tornou-se necessidade extrema, levando-nos à geração de nossos “símbolos de expressão”, a fim de concretizar e preservar o que conquistáramos até aquele momento.

Graças a esses registros nosso conhecimento expandiu, possibilitando soluções mais eficazes para problemas comuns e também complexos. Além disso, esse mesmo conhecimento está cada vez mais disponível e torna-se diferencial de competência e sucesso não somente entre os profissionais como também entre as organizações. Reter conhecimento e aplicá-lo de forma adequada e eficiente, hoje, é fator determinante de poder.

Da mesma forma as organizações justificam sua existência por atenderem de forma ótima às necessidades dos clientes. A necessidade é a mola mestra do processo de produção na medida em que só produziremos aquilo que possa atender aos anseios dos clientes e retorne, de alguma forma, capital para garantir a continuidade do processo.

Para produzir precisamos de recursos materiais, financeiros e humanos, entretanto os recursos materiais, foco da nossa matéria, desviam nossa

atenção pela cadeia de estágios, processos e decisões pelos quais passam, a fim de suprir nossa linha de produção que irá transformá-los, os recursos materiais, em novos recursos capazes de alimentar uma outra linha de produção ou atender aos pedidos dos clientes finais (como clientes finais tomemos os indivíduos ou empresas que não transformarão o recurso recebido).

Na verdade, desde a captação dos recursos materiais, passando pela transformação dos mesmos, quando precisamos armazená-los de formas específicas, até a disponibilização do produto acabado à clientela, teremos todo um conjunto de processos e tarefas que exigirão providências para manter a qualidade do processo e do produto. Instalações para acomodação, equipamentos para movimentação, planejamento de áreas para posicionamento, controle de quantidades, soluções de transporte, desdobramento de áreas para disponibilização são somente um exemplo de um conjunto de situações que gerarão problemas e determinarão o sucesso da organização.

Com o aumento das exigências dos clientes e o crescimento da abrangência geográfica das organizações o setor de materiais saiu de uma abordagem minimalista para fator de mensuração do crescimento e da qualidade das empresas. O investimento no setor cresceu de tal forma a movimentar muitas outras áreas para proverem condições ao bom funcionamento dos serviços.

Não há como uma empresa funcionar sem a existência de recursos, sejam eles financeiros, humanos ou materiais. Esta disciplina irá focar a sua atenção sobre estes últimos, sejam eles no que diz respeito aos insumos ou aos bens patrimoniais indispensáveis no processo de fabricação.

Com a crescente concorrência existente por participação no mercado consumidor as empresas buscam identificar formas de melhorar seus desempenhos, encontrando maneiras diferentes de obterem vantagens competitivas. Uma das formas de obter uma vantagem, se não competitiva, mas pelo menos comparativa é através de uma boa gestão dos recursos materiais e patrimoniais.

Com os custos crescentes é importante gerir bem seus estoques e seu patrimônio produtivo de forma a utilizá-los com a máxima eficiência e eficácia.

Ciclo da Administração de Materiais

Necessida de do cliente Análise Reposição de materiais Recebimen to Armazena mento Logística Clientes Sinal de demanda Identificar fornecedor Comprar materiais Transportar Recebimento de armazenagem Movimentação interna Amazenagem do produto acabado Expedição Transporte

  1. A Importância da Administração de Materiais e Sua Amplitude

Sendo o ambiente competitivo como é faz-se necessário a busca de alternativas de vencer os concorrentes. A administração de materiais é bastante ampla e pode contribuir a partir do momento que envolve as seguintes atividades:

Gerenciamento dos recursos materiais:

  • Gerenciamento dos estoques:
  • Materiais auxiliares
  • Matéria-prima
  • Produtos/materiais em processo
  • Produtos acabados
  • Gerenciamento dos Recursos Patrimoniais:
  • Equipamentos
  • Instalações, prédios, veículos, etc. Compras:
  • O que deve ser comprado
  • Como deve ser comprado
  • Quando deve ser comprado
  • Onde deve ser comprado
  • De quem deve ser comprado
  • Por qual preço deve ser comprado
  • Em que quantidade deve ser comprado Logística Interna, e Logística Externa.

Não obstante a configuração da área dentro da organização, a qualidade dos serviços, levando ao aumento da precisão dos processos com resultados ótimos, cumprimento de prazos e continuidade de fluxos serão objetivos alcançados com a manutenção de detalhes importantes para aumento da lucratividade. Imprescindivelmente a organização precisa de planejamento cuidadoso e supervisão constante, a fim de “evoluir” seus processos e melhorá-los continuamente. Afinal de contas, alcançar a satisfação do cliente, garantir a sobrevivência da empresa e obter lucro através de suas atividades serão pontos cruciais para o sucesso.

  1. Visão Sistêmica dos Materiais e do Patrimônio

ARMP

Catalogação Armazenagem Movimentação Distribuição Custos Compras

Os subsistemas que compõem a ARMP formam um conjunto de atividades encadeadas onde o processo produtivo “evolui” de forma a viabilizar a transformação do recurso material do seu estágio de matéria-prima até produto finalizado, incluindo a disponibilização do mesmo ao cliente-alvo.

A Catalogação criará o ambiente necessário para o gerenciamento da base de conhecimento sobre os itens de suprimento e sua manipulação, através da geração de normas técnicas, proporcionando base suficiente para os investimentos em equipamentos de acomodação, manipulação e movimentação. Através da catalogação a ARMP consolida seus padrões, possibilitando a aplicação dos mesmos no exercício do cotidiano.

A Armazenagem é o subsistema que agrupa a maior parte dos processos e exige controles cada vez mais sofisticados. A guarda, manipulação, recepção e o gerenciamento das quantidades terão suas execuções com volumes e modos diferenciados de forma a alcançar níveis de excelência que proporcionem precisão no cumprimento dos prazos e agilidade na apuração dos valores e coleta das informações.

A movimentação proporcionará a dinamicidade dos processos tanto dentro das instalações, como entre as mesmas. A organização das instalações aliada ao planejamento consoante aos objetivos estratégicos da empresa serão consolidadas com utilização de equipamentos adequados para acomodação, transporte e manipulação, bem como a aplicação de métodos e técnicas padronizados que colaborarão com a obtenção dos desejados níveis ótimos de serviços.

A distribuição é o subsistema que contribui para a confluência de atividades de vários outros setores da empresa com a ARMP. A abrangência geográfica e suas consequências, o desdobramento dos estoques, a criação de instalações com capacidade adequada às diretivas comerciais e de divulgação da empresa serão preocupações advindas da distribuição, bem como as soluções dos modais de transporte que possibilitem a precisão dos prazos e o cumprimento das tarefas.

O subsistema de custos resulta das informações dos processos da ARMP, onde os valores precisam de análise consistente para suporte às decisões sobre ocasiões de compras e possibilidades de quantidades adequadas para os processos produtivos.

Finalmente o subsistema de compras consolida a visão sistêmica da ARMP, uma vez que o processo de aquisição não simplesmente resume-se ao ato de procura-aquisição-pagamento. Informações de várias áreas da organização são consolidadas para aumentar a eficiência da compra, evitando os desperdícios, a perda dos investimentos, as compras desnecessárias e a harmonização dos objetivos estratégicos com a escassez de recursos e as sazonalidades da demanda.

Assim, a ARMP mostra-se uma área de confluência de conhecimentos organizacionais e de tecnologia que precisam de coordenação, controle e supervisão, levando-nos a confirmação dos princípios administrativos. Independente da constatação, o profissional de ARMP precisa conscientizar-se da necessidade de redução do empirismo nas atividades e da inserção de soluções voltadas para as situações de forma precisa e economicamente viável. Técnicas e metodologias para a armazenagem como o Just-in-Time ou o Kanban, que revolucionaram a concepção dos estoques necessários e manutenção dos fluxos de materiais, pessoas e equipamentos, ou as técnicas de parcerias como o “comakership”, advindas da evolução das relações com os fornecedores, elevando-os a condição de parceiros e coparticipantes dos processos produtivos e incluindo as figuras das políticas de fornecedores e compras; além do controle das possibilidades de terceirização de serviços tornaram-se pontos cruciais de conhecimento para os profissionais, exigindo conhecimento e pró-atividade dos mesmos nas decisões e aplicações.

  1. Conceitos Principais
  • Bens: É tudo aquilo suscetível de avaliação e que tenha qualidade de satisfazer a uma necessidade humana.

  • Classificam-se em:

  • Quanto a Materialidade:

  • Corpóreos e Incorpóreos – Marcas;

  • Materiais e imateriais – registros, jazidas;

  • Tangíveis e intangíveis – patentes;

  • Quanto a mobilidade: Móveis e Imóveis;

  • Quanto a Divisibilidade: Divisíveis e indivisíveis;

  • Quanto a Disponibilidade: Disponíveis e indisponíveis;

  • Quanto a fungibilidade (capacidade de fundir, misturar a outros bens sem que percam as características):

  • fungíveis: podem ser substituídos por bens de outra natureza;

  • infungíveis: são insubstituíveis;

  • Divisões:

  • Bens de Capital: utilizados para a fabricação de outros bens (máquinas e instalações);

  • Bens de Consumo Duráveis: Duram mais de um período fiscal ou mais de um ano;

  • Bens de Consumo não-Duráveis: Deterioram-se ou acabam antes do término de um período fiscal, ou um ano;

  • Recurso Material: é a designação genérica usada no singular, englobando qualquer bem ocupante de espaço físico tais como peças, componentes, acessórios, utensílios, matéria-prima, de uso em expediente e outros em geral, considerados como itens de suprimento, destinados a utilização em toda e qualquer atividade, independentemente de sua condição, demanda, custo, ou finalidade de uso.

  • Recurso Patrimonial: É o complexo de bens TANGÍVEIS (Corpóreos ou concretos), tais como: móveis, imóveis, terrenos, veículos, etc, ou INTANGÍVEIS, direitos, promissórias, títulos, ações e posses, e tudo mais que pertencer a uma empresa e seja suscetível de apreciação econômica.

  • Fornecedor: firma/pessoa física fornecedora de material, independente de sua atividade, localização ou categoria comercial.

  • Estratégia: Ordenamentos, etapas, passos e procedimentos previstos para o alcance de uma meta / objetivo.

  • Custos: Medidas monetárias dos valores financeiros com os quais uma organização, pessoa ou governo deve arcar para atingir objetivo(s), tais como: utilização de um produto/serviço qualquer na obtenção de outros bens/serviços. São registrados para avaliação do(s) processo(s).

  • Ótica Contábil: Medidas monetárias da aplicação de bens e serviços na produção de outros bens/serviços durante um ou mais processos de fabricação.

  • Despesa: Gasto necessário para obtenção de receita. São gastos que não se identificam com o processo de transformação ou produção dos bens/produtos. Relacionados aos gastos com estrutura administrativa e

comercial da organização: aluguel, salários e encargos, pró-labore, telefone, propaganda, impostos, comissões, etc. São relacionados na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

  • DESPESA <> CUSTO.

  • Despesa -> Manutenção das Atividades.

  • Custo -> Processo produtivo.

  • Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais é um ramo especializado da ciência da administração que trata especificamente de um conjunto de normas relacionadas com a gerência de artigos essenciais necessários à produção de produtos e serviços. Estabelecendo métodos e técnicas de padrões para execução racional de suas atividades visando prever e prover os materiais necessários aos diversos setores da empresa a tempo certo e pelo menor custo, a fim de atingir os objetivos propostos.

Recursos Materiais (RM) Recursos Patrimoniais (RP) Estado: → É sempre físico

→ Não é necessariamente físico Contábil: → Valor baixo → Material de consumo

→ Valor alto → Material permanente Tratamento: → Controle: coletivo

→Controle: individual

  • Logística: A Logística é a área da Administração que cuida do transporte e armazenamento das mercadorias. É o conjunto de: Planejamento, Operação e Controle do Fluxo de Materiais, Mercadorias, Serviços e Informações da Empresa, integrando e racionalizando as funções sistêmicas, desde a Produção até a Entrega, assegurando vantagens competitivas na Cadeia de Distribuição e, consequentemente, a satisfação dos clientes;

  • Cadeia de Suprimentos (Supply chain): O conceito cadeia de suprimentos pode ser expresso como uma rede de organizações envolvidas em diferentes processos e atividades, com o objetivo de fornecer produtos e serviços que satisfaçam as necessidades dos clientes.

  • Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ou supply chain management (SCM): Estratégia de negócio que visa o aumento do valor da cadeia e de seus clientes, através da otimização do fluxo de produtos, serviços e informações relacionadas.

Para um efetivo gerenciamento da cadeia, é necessário o aporte de tecnologia de informação, como os aplicativos para gerenciamento da cadeia de suprimentos ou supply chain management applications. A competição imposta pela economia mundial e a constante evolução da tecnologia influenciaram a concepção dos aplicativos para gerenciamento da cadeia de suprimentos. Eles passaram de ferramentas estáticas de apoio aos processos para ferramentas com funções estratégicas, fazendo do gerenciamento da cadeia de suprimentos um diferencial competitivo. Esses aplicativos são compostos de vários componentes cujo objetivo é a automatização dos processos da cadeia de suprimentos. Eles podem apoiar o planejamento e a execução na cadeia.

  • Vantagem Competitiva: qualquer característica da empresa e/ou produto que os clientes reconhecem como diferenciação positiva em relação as outras empresas e que atraem os clientes para a empresa em foco.

6 - Agrupamento das funções da ARMP

Grupo 1 – Subsistema de normalização Responsável por responder à pergunta: o quê? (comprar, armazenar e distribuir).

É composto das funções de normalização, que vai selecionar, padronizar e especificar os materiais, e de classificação/codificação de materiais.

-Características:

  • Práticas Racionais;
  • Maior Produtividade;
  • Menor Custo;

Grupo 2 – Subsistema de controle Deve responder às questões: quando e quanto? Suas funções são gestão e valoração de estoques.

Características:

  • Aspectos Técnicos;
  • Aspectos legais;
  • Informações Contábeis;

Grupo 3 – Subsistema de aquisição Possui duas funções – a aquisição, que responde pela compra dos materiais, e a alienação, que cuida da venda de materiais não utilizados ou inservíveis.

Grupo 4 – Subsistema de armazenamento Responsável pelo recebimento de materiais, armazenamento e distribuição. Nesse subsistema há as funções de armazenamento, movimentação e transporte de materiais e o controle de qualidade.

Funções presentes:

  • Função Técnica:

  • Função Segurança:

  • Função Guarda e Distribuição:

  • Função Manutenção, Recuperação, Conservação e Reaproveitamento:

Grupos 3 e 4 - Função Programação:

  • Programação de Compras;
  • Programação de Armazenagem.

7 - FERRAMENTAS DA ARMP

Normatização dos trabalhos Normas, ensaios instruções e controles de qualidade

Racionalização Simplificação de rotinas Modificação dos métodos Análise organizacional

Interligação das diversas operações por setores isolados. A administração de material, cria portanto, desde os levantamentos das necessidades até suprimentos setoriais

OBS.: Normalização x Normatização Qual a diferença entre normatizar e normalizar?

Normatizar É criar regras, normas, Leis. São formais (escritas), editadas para serem cumpridas pela sociedade local.

Normalizar São cumprimentos de rotinas, procedimentos e tarefas. São geralmente informais (“forma de fazer”), não escritas e sim assimiladas.

8 - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Administração da qualidade produtiva Qualidade dos materiais adquiridos e processados Qualidade dos serviços operacionais Qualidade de armazenamento